

Desde então, mais de 600 mergulhos. Fernando de Noronha, Ilhabela, naufrágios de São Sebastião, Recife, Laje de Santos. Cada destino deixou uma camada — de confiança, de técnica, de entendimento sobre o que acontece debaixo d'água.
PADI Open Water em 2008. Advanced, Rescue, Nitrox, Wreck, Master Scuba Diver. SSI Sidemount em 2025. RAID Deep 40 e Cave I em andamento.


Em abril de 2024, Rafael e Leandrinho mergulharam juntos na Laje de Santos. Não havia nome, não havia site. Haviam dois amigos que queriam mergulhar bem — e levar outras pessoas para o mesmo lugar.
O grupo cresceu por indicação. Amigos chamaram amigos. Ninguém fez publicidade. Cada pessoa que chegou foi convidada por alguém que já estava.




A maior operação da Walvee até hoje. Oito dias, nove pessoas, Mato Grosso do Sul. A Gruta do Mimoso com visibilidade de 40 metros e água a 22°C. A Lagoa Misteriosa — um poço calcário onde 220 metros foi o máximo que um mergulhador já alcançou, e ninguém viu o fundo ainda. O Abismo Anhumas — descida de rapel e mergulho no interior de uma dolina calcária.
Cada mergulho exigiu certificação específica e briefing detalhado. Logística, transporte, hospedagem e rateio — tudo dividido, tudo transparente.




A Walvee não é escola. Não é agência. Não é operadora. É um grupo de amigos que mergulha junto — que consegue descontos e divide os custos como qualquer grupo faria, com transparência total, do primeiro real ao último.
A Walvee cuida da curadoria: ajuda a escolher os destinos, confirma os operadores, conhece cada ponto de mergulho. Nada entra no roteiro sem passar por uma pesquisa e conversas com quem já foi. Você chega para mergulhar. O resto já está resolvido.
Quem participou de pelo menos uma operação Walvee pode deixar uma frase aqui. O mural cresce com o grupo.
O mural ainda está em branco.
Quem participou de uma operação Walvee pode assinar — com ou sem frase. O primeiro nome aqui é o seu.